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Copenhagen – Dia 1 – DINAMARCA

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Copenhagen é capital da Dinamarca. Não é rica em chocolate, não tem nhá benta, chumbinho ou lajotinha. Tem muita bala de alcaçuz, marzipan e biscoito de farinha branca. Tem também muita torta de frutas, muitos frios maravilhosos e pães incríveis, com muitos grãos, como em todo o norte da Europa.

Os dinamarqueses gozam de uma vida boa, plena e de respeito de uns aos outros. Bicicletas, carros e pedestres convivem harmonicamente na cidade. Ninguém buzina ou joga o veículo em cima de você. Isso por si só já é uma experiência para quem vai da América Latina ao país

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Mas a cidade reserva mais. Um dos parques de diversão mais antigos do mundo, o Tivoli, abre diariamente. É lindo já só pelo passeio por dentro – você nem precisa andar em nenhum brinquedo. Aliás, são pagos à parte da entrada. E não são baratos, como nada na cidade é. Piora muito com o Real tão desvalorizado… :/

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Mas a cidade é cenográfica. Não precisa gastar tanto para ver coisas bonitas. Basta passear a pé. Dá pra percorrê-la toda andando. Mas se você tiver um trocado, recomendo o passeio de barco pelos canais. É um passeio bem turístico, mas delicioso. E com o bônus de irem te contando sobre a história da cidade. De quebra, você ainda vê a “grande atração local”: a estátua da Pequena Sereia, conto de Hans C. Andersen, escritor local, que ise popularizou no filme da Disney.

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Andersen não foi o único a viver na cidade. Copenhagen também foi casa de outro habitante ilustre: o filósofo Soren Kierkegaard, que formulou conceitos que Freud parece ter pegado emprestado para psicanálise. Entre eles, o de angústia, a ansiedade inominável.

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O Museu Nacional da cidade conta a história da Dinamarca, da pré-história aos vikings e reis. Você pode visitá-lo gratuitamente, o que é ótimo, pois o museu é lindo.  E faz parte do seu passeio comer os famosos sanduíches abertos dinamarqueses, o smorrenbrod São servidos em muitos lugares. Esses da foto foram a escolha do chefe no restaurante Brooklyn. Hummmmmm

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Abu Dhabi – EMIRADOS ÁRABES UNIDOS

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A partir de Dubai resolvemos visitar Abu Dhabi. Pegamos um táxi na porta do hotel e o preço da corrida não chega a 180 reais. Foi muito justo, melhor toque um daytour numa cia de turismo. A capital dos Emirados Árabes fica a pouco mais de uma hora de sua cidade mais famosa. Compramos antecipadamente o ingresso para o parque da Ferrari e fomos direto pra lá.

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O parque é interessante, mas deve ser melhor para quem ama a escuderia. Pra mim, nada demais, mas a montanha-russa Formula Rossa, a mais rápida do mundo, é intensa e foi o primeiro brinquedo em que fomos. E não tivemos muita vontade de repetir. Mais algumas montanhas russas depois e alguns brinquedos sem a menor graça, resolvermos sair do parque e pegar outro táxi em Abu Dhabi para conhecer o que a cidade ainda tinha de melhor.

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Passamos pela mesquita de Sheick Zayed, que é a maior do país e uma das maiores do mundo. Sua estrutura é nova e extremamente luxuosas, com seus lustres que são os maiores do mundo. A estrutura de mármore branco e pedras que desenham flores e ornamentos é impressionante. Impressiona também o ar-condicionado que esfria o local imenso. Mulheres precisam vestir um traje para se cobrir dos pés à cabeça para entrar. Mas é recomendado.

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Dali encerraríamos nosso tour em Abu Dhabi almoçando no centro da cidade em um restaurante Libanês que talvez tenha sido o mais gostoso dos Emirados Árabes. Conhecemos o  Bait el Khetyar graças ao Zomato e pude achar lá meu prato regional favorito: fígado de galinha na chapa. Além, é claro, de ensopado de grão de bico, kaftas e um pão quentinho assado na hora. E o precinho… camaradíssimo!

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Tampa – EUA

Seu terceiro dia em Orlando pode ser gasto de uma forma interessante: indo a Tampa conhecer o Busch Gardens.

O parque é um imenso zoo com atrações muito radicais. Quem não gosta de montanha-russa pode deixar pra lá. Em Busch Gardens, são várias e gigantescas. A mais forte é a Sheikra, que te suspende muito, mas muito alto para depois deixar seu carrinho deslizar somente com a força da gravidade por uma queda de 90 graus. The Hunt of Cheeta é uma montanha-russa muito extensa, mas muito boa de se passear. Apesar de só ter um pequeno looping, ela corta o parque inteiro e trafega numa velocidade impressionante. Vale a pena pegar a fila para ir no carrinho da frente – sim, os parques americanos têm esse tipo de opção, sem confusão.
Assim como o Disney Animal Kingdom, o Busch Gardens fecha cedo, pois à noite os animais ficam ativos e perigosos. Então, como EUA é sinônimo de segurança e compras, dirija seu carro alugado ou pegue um táxi já em Orlando para o Florida Mall. Esqueça os outlets de Orlando, que têm muito lixo e quase nada do que você precisa realmente. No Florida Mall, tem Macy’s, Sears, Nordstrom, Sacks e outras gigantes americanas com preços muito bons e a praticidade de estarem todos num mesmo lugar. O shopping fecha às 21h.

Orlando – DIA 2 – EUA

A área da Universal Studios fica mais próxima do centro de Orlando. Mais adulta, é atraente pela tenologia e pelas atrações que começam no Universal Plaza, uma rua com lojas, cines Imax, o maior Hard Rock Café do mundo, um restaurante da NBA e outras coisas que valem a pena ser conferidas se você tiver tempo. Se não, à direita, você entre no Universal Studios À esquerda, no Islands of Adventure.

 
O Universal Studios celebra os filmes do estúdio gigante e poderoso de Hollywood. As atrações combinam tecnologia absurda com passeios. Fogo, terremoto, água, explosões… Tudo faz parte das atrações da Universal. 4 são imperdíveis: a Múmia, uma montanha-russa/trem fantasma impressionante. Sustos, fogo, descidas fortes… Disaster também impressiona pela tecnologia envolvida na atração, que te coloca num metrô próximo a ser vítima de um grande terremoto. Veja o que acontece…
Os Simpsons é um simulador que te coloca dentro do carro da família. E Shrek é um filme 4D que também agrada pela tecnologia.
Saindo de Universal, você pode ir andando facilmente para o Islands of Adventure. Mais radical que qualquer parque em Orlando, esse combina tecnologia com atrações fortes e cenários de filmes e cartoons. Vá voando para o mundo de HarryPotter e perca o tempo que for necessário na fila do castelo de Hogwarts. É a atração talvez mais impressionante de Orlando por ser, até então, a mais nova. O emulador combina animtronics com projeções gigantes, sustos e diversão para todos.
Bem em frente, a montanha-russa inspirada no voo dos dragões azul e vermelho é a mais forte do parque. Você vai com os pés pendurados e mal consegue levantar as mãos. Mais assustadora, mas menos radical, já lá no início do parque, é a montanha-russa do Hulk. Interessante por disparar o carrinho em direção aos loopings, sem a necessidade daquela subida torturante. E, se sobrou tempo, dê um pulinho no Jurassic Park, que vai te molhar muito após uma descida íngreme em direção à água,
Comer em Orlando
É preciso esfoço e paciência para comer bem dentro dos parques. A comida é cara e horrível, para não dizer nojenta. Combinações de pizza oleosa com batata frita e cachorro-quente modesto a U$ 5,00 estão entre as principais opções. Ainda assim, todo parque Disney tem restaurantes excelentes, mas é preciso reservar com antecedência em Disney Dining ou na entrada do parque, na seção Guest Relations.
Fora dos parques de diversão, Orlando reserva opções acessíveis e boas. Duas delas recomendo: o Red Lobster, que combina lagostas e outros frutos do mar em pratos apetitosos no estilo confort food a preços excelentes e ambiente onde é possível curtir o momento. E o Olive Garden é um restaurante italiano popular na cidade que também serve pratos reconfortantes. Toda  massa, todo molho e toda a carne são boas. Mas atenção: na Flórida, lembre-se de pedir sua carne rare (mal-passada) se você gosta dela ao ponto.

Orlando – DIA 1 – EUA

Todos diriam ser impossível fazer os parques de Orlando em 2 dias, Sim, fazer todos os parques é impossível, mas é possível sim fazer 4 deles em 2 dias.

Os principais parques de Orlando dividem-se em três grupos:
Disney, com 4 grandes parques temáticos e 2 grandes parques aquáticos
Universal, com dois grandes parques temáticos
Sea World, com um grande parque em Orlando, outro gigante em Tampa, além de mais 2 parques aquáticos distribuídos entre as duas cidades.
Ficou em dúvida? Foque em dois parques da Disney e nos dois parques da Universal. São dois dias, então vai ser praticamente impossível fazer 3 parques da Disney e 1 da Universal. Você precisa estar em áreas da cidade designadas para cada grupo detentor dos parques.
DIA 1 – Walt Disney World
Facilita muito a vida ficar num hotel exatamente dentro do Disney Resort. São inúmeras as opções, com transporte gratuito para todos os parques. Às vezes você vai de ônibus, às vezes você vai de monorail, às vezes você vai de barco. Tudo funciona e pode ser combinado, apesar de ser o ônibus que cobre praticamente todos os hotéis dentro do resort.
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Perfeitos em cada detalhes, são quatro os grandes parques temáticos da Disney: Magic Kingdom, Epcot, Hollywood Studios e Animal Kingdom.
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Você pode passar metade do dia e um deles e encerrar no outro, com a recomendação de encerrar seu dia no Magic Kingdom ou no Epcot.
Magic Kingdom
O parque que agrada mais crianças que adultos é o meu preferido. Primeiro, por ser inacreditavelmente lindo Segundo, por ter um astral acima da média. Todo mundo está feliz em Orlando, mas no Magic Kingdom todo mundo está 5 vezes mais feliz.
Entre as 6 áreas do parque, pule a Fantasy Land, que realmente é focada nos pequenos. Mas se tiver tempo sobrando, dá pra arriscar alguns passeios por lá.
Comece pela Adventure Land, no passeio dos Piratas do Caribe e já comece a se impressionar com a perfeição dos animatronics (robôs animados). Dali, siga para 3 atrações imperdíveis, todas na Frontier Land. A primeira é a Splash Mountain, com uma queda gigante e quase violenta na água. A segunda é uma montanha-russa amena a bordo de um trem. E a terceira é a fantástica mansão mal-assombrada, que assusta pela tecnologia empregada na atração.
Como o tempo é curto, pode pular direto para a Space Mountain, uma incrível montanha russa no escuro, com efeitos especiais que te fazem se sentir no espaço. Nada no mundo da Disney é muito violento. A proposta é sempre que toda a família se divirta. Então, pode passear sem medo.
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Se escolheu terminar o dia em Magic Kingdom, a parada iluminada da Main Street impressiona pelas luzes, pela tecnologia e pelo sincronismo de todo o parque quando ela passa. Sincronia perfeita também é o show de fogos Wishes, todo fim de noite, no castelo. São fogos de artifício gigantes sincronizados com música. Impossível náo se emocionar.
Epcot
O parque nasceu para mostrar como seria o futuro em diferentes aspectos de nossas vidas: energia, transporte, comida, política global. Enfim, o futuro chegou e o Epcot veio mudando junto com ele. Hoje, o parque ainda impressiona pela arquitetura de suas atrações, a começar pela Spaceship Earth. É a bola gigante que pode ser vista de todos os pontos do parque construída com a perfeição Disney. Dentro dela, uma viagem pela evolução humana, mostrando o futuro conectado e explicando como estamos à beira de um novo Renascimento. Para nós, brasileiros, a atração ainda é narrada em português e o passeio termina de forma surpreendente.
Mission Space é uma das atrações fque ficaram rapidamente famosas pelo fato de uma pessoa ter morrido dentro dela. O simulador é composto de cápsulas espaciais com 4 lugares cada. Você escolhe entre a nave verde e a nave laranja, a mais forte. Vá na laranja sem medo. A decolagem é fortíssima pela aceleração centrípeta a que o brinquedo submete seu corpo. Enquanto isso, na janela à sua frente projeta a decolagem e a chegada a um novo planeta. É forte e vale a pena.
Bem ao lado, fica o Test Drive. A atração emula a pista de teste dos automóveis, com forte aceleração ao final.
Em The Land, o Soarin é o simulador de voo de asa delta que ficou famoso em Orlando. É legal, mas as filas costumam ser gigantescas. Não é algo sensacional. Dá pra pular sem culpa.
E em torno do lago à frente, está o World Showcase, com pavilhões que representam algumas nações do mundo. Diferente de Magic Kingdom, em Epcot, vende-se bebida alcoólica e dá pra passear por lojas e restaurantes do mundo inteiro, sendo recebido por gente nativa do país que representa.
O fim do dia em Epcot é marcado pelo show IllumiNations. Perfeito ao extremo, sincroniza todas as luzes dos pavilhões do Worldshowcase com fogos de artificio, música,  jatos d´água e raio laser.
Hollywood Studios
Antigo Disney MGM Studios, o Hollywood Studios ganhou o nome quando a Disney rompeu o contrato com a MGM pela ameaça de falência do estúdio. Rapidamente transformado num parque-tributo aos filmes do mais famoso polo de produção cinematográfica mundial, Holllywood Studios é talvez o parque mais bonito da Disney. A rua principal tem lojas lindas, a arquitetura, apesar de fake, é uma fantástica imitação do estido art-decó de Los Angeles e as atrações ganham fôlego a cada ano com as novidades de tecnologia de ponta.
Duas delas são imperdíveis e – sorte – são uma ao lado da outra. A primeira é a montanha-russa do Aerosmith. Música boa já na fila te prepara para um passeio no escuro com muito cenário, muita música e alguns loopings. Ainda assim, suave e recomendada para toda a família.
Bem ao lado, a atração mais interessante do parque. Um hotel gigante e decadente emula uma queda de elevador como se você fizesse parte de um episódio de Twilight Zone. Tudo começa a dar medo já na fila, situada pelos corredores do hotel, pelo passeio no maquinário dos elevadores, pela ante-sala que nos direciona à atração e pelo trajeto pelos corredores que nos deixam ainda mais ansioso pelas algumas quedas que o elevador irá sofrer com todos nós dentro.
O fim do dia em Hollywood Studios é marcado pelo show Phantasmic, uma combinação de água, lazer, fogo, fogos e luz, estrelado pelo próprio Mickey,
Animal Kingdom
O mais novo parque do grupo em Orlando mantém a beleza dos seus antecessores. Como a proposta é ser um parque que celebra a vida animal e a natureza, o Animal Kingdom tem muita árvores, muita água e arquitetura inspirada basicamente na África e na Ásia. Entre as principais atrações, Dinossaur, um emulador de viagem no tempo que nos leva para a época dos dinossauros. É um fulminante passeio num trilho permeado por animatronics gigantes. Mais uma vez, impressiona pela tecnologia.
Expedition Everest é uma montanha-russa. Mas como toda montanha-russa Disney, tem cenário, história e efeitos especiais, além de ser mais suave do que o que se vê em outros parques de diversão.
Vida de Inseto é um filme 4D que acontece debaixo da Árvore da Vida, atração que fica bem no centro do parque. E o safári é recomendável para quem nunca esteve na África, já que os bichos são de verdade e muito bem tratados. É possível ver de perto girafas, elefantes africanos, leões, cheetas, avestruzes, hipopótamos e rinocerontes.
O Animal Kingdom é um dos parques que fecham cedo. Então, talvez seja melhor começar o dia nele. E lembra-se que todos os parques abrem muito cedo e fecham muito tarde, com alguns dias de exceções. Cheque os horários em qualquer folder em qualquer hotel ou no site do Disney Parks e planeje-se. É tudo muito fácil e conveniente.

Hong Kong – Dia 2 – CHINA

A Disneylandia de Hong Kong é uma das grandes atrações da cidade. Se você estiver em falta com o Mickey, pode ir lá aproveitar meio-dia. Rapidamente você percorre todos os brinquedos, que não são radicais como no Magic Kingdom de Orlando, mas ainda assim compensam pela Montanha Russa Espacial – destaque para a trilha-sonora da atração em Hong Kong.

Ir para a Disney é facil, pois o metrô faz a conexão direta para o parque. E não demora muito. Você ainda pode comecar o dia na Disney, sair para fazer outra coisa em Hong Kong e depois voltar para o parque para conferir s shows da noite – sem pagar a mais por isso.

A noite de Kowloon é mais interessante. No anoitecer, passeie pelo mercado da Temple Street. Ha barracas vendendo de tudo: souvenirs chineses, capas para celular, cadeados, caderninhos com emblemas comunistas ou fotos de Mao Tse Tung, bichos de pelúcia, camisetas, frutas, máquina de barbear…

Enfim, voce rapidamente se lembra que está na China. Nos cantos da rua, restaurantes servem frutos do mar que são retirados vivos de aquários para ir diretamente para a chapa. Todos comem tomando cerveja nas mesinhas informalmente espalhadas enquanto ciganos pedem para ler sua mão. Tudo muito seguro e muito tranquilo.

Lugar bom e barato para comer em Hong Kong é uma unidade qualquer da rede Coral. Ha algumas espalhadas por Hong Kong. O preço é otimo e você pode fazer a encantadora mistura de proteína tão comum na comida chinesa: frango com polvo, porco com pato, carne com cogumelos. Ha fotos dos pratos, o que facilita na escolha. E como falam inglês em Hong Kong, não há muita dificuldade em perguntar. As bebidas também são ótimas.

Agora, se você quer uma refeição tipicamente local, há uma estranha sopa servida diretamente num melão com pedaços da fruta e camarões. Outra é o frango é assado inteiro e fatiado com ossos e tudo numa sequencia impressionante para que você desfrute até dos líquidos que estão instalados dentro do tecido ósseo que faz parte da carne.

É ainda em Kowloon, na Waterloo Road, perto da estação de metrô Mong Kok, que estão cabeleireiros com toques de design. Oferecem cortes arrojados. São ainda entremeados por lojas de massagens e pedicures. Como você ainda está na China, a massagem continua barata. Aproveite.