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Santa Cruz de La Sierra – Dia 2 – BOLÍVIA

Sair de Santa Cruz pode ser feito já no segundo dia. Alugue um táxi pelo dia inteiro – é barato. Não se arrisque a dirigir nas estradas e nas cidades bolivianas. O caos reina. Peça para fazer o passeio a Las Misiones. Vai te levar o dia inteiro, mas você vai ver duas das coisas mais bonitas do mundo bem ali, numa área desconhecida e pouco popular da Bolívia.

Imagine entrar numa cidade rural e pequena boliviana, quase mantida ainda que do jeito em que foi construída. Em torno das praças principais de cada uma delas, escola e templo jesuítas erguidos sobre impressionantes pilares de madeira, trabalhados para que fiquem tão lindos quanto a pintura simples que adorna as paredes.

Os passeio pelas missiones é arquitetura e bucolismo. A gastronomia é simples e a sopa de amendoim com carne é o prato típico desses locais.
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Santa Cruz de La Sierra – Dia 1- BOLÍVIA

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Sabe aquele amigo que volta da Bolívia e te recomenda visitar o país. Certamente ele vai dizer: “Santa Cruz não vale a pena”.

Não vale, mas tem seu valor e seus encantos. Como todo lugar do mundo, é possível se divertir e aproveitar o melhor da cidade. E Santa Cruz não é uma roça. É uma metrópole boliviana, sem prédios, com trânsito caótico, ótimos restaurantes, muita poluição, lindo centro histórico e coisas divertidas para fazer. E o melhor: é baratíssimo.

Hospedar-se perto da praça 24 de Septiembre é ficar perto do que há de melhor na cidade. Logo ali, ao lado da catedral de Santa Cruz – que tem interior pobre, mas tem uma torre que vale a pena ser escalada – encontra-se o Lorca, um dos cafés, restaurantes ou bares onde melhor se come e se diverte na cidade. De cafés e drinks incrementados ao menu que serve calda de jacaré, escargot e risoto de quinoa, o Lorca é tiro certo para o almoço, para o café da tarde ou para a noite.

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A praticamente duas quadras dali, A Fundación Simón Patiño exibe obras de artistas plásticos contemporâneo, em sua maioria sul-americanos.

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Santa Cruz tem orgulho forte. Não se identifica com o restante da Bolívia. Os cruceños não curtem o presidente Evo Morales. Dizem que, quando ele vai à cidade, é fortemente vaiado.

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Programão em Santa Cruz é sair para comer nos melhores restaurantes da cidade sem se preocupar com o preço. Entre eles, está o Tanta, restaurante mais popular do famoso chef peruano Gaston Acurio. O restaurante é delicioso, você pode pedir vários pratinhos, café, sobremesa. Tudo de qualidade. E o preço, ó… É tipo comer no Subway em qualquer cidade brasileira. 😛

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Outro programação em Santa Cruz de La Sierra é o Mercado Siete Calles. Tome um táxi (baratíssimos, profissionais e personalizados ao gosto e à história do motorista). Aliás, quase todos os táxis em Santa Cruz são Toyotas da década de 90 importados do Japão, já que a Bolívia não produz automóveis.

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No mercado, você vai encontrar literalmente de tudo. Nada muito diferente de uma 25 de Março em São Paulo. Mas o que chama a atenção é a quantidade de feitiços e simpatias vendidos pelas índias locais para dar sorte na vida e nos negócios. Há llamas mortas e ressecadas que dizem dar sorte em casa ou no comércio. Para isso acontecer, basta enterrar o animal morto no terreno antes de subir a propriedade. Há boatos de que indigentes são mortos por famílias indígenas ricas para serem enterrados nos mesmos terrenos..

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