Lisboa – Dia 2 – PORTUGAL

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Continuando a orgia gastronômica em Lisboa, resolvemos tomar café da manhã num dos pontos mais turísticos da cidade. Mas como você está em Portugal, vale lembrar que, diferente de outras cidades europeias, o que é turístico ainda é acessível, tem bom preço e comporta a demanda. Então, nem sofremos muito com a pequena fila que enfrentamos pra sentar lá dentro dos Pastéis de Belém. O atendimento simpático nos trouxe café, muitos pastéis de Belém com a casquinha crocante e uns rissoles. A produção diária da loja é de 20 mil pastéis. Nos finais de semana, chega a 35 mil unidades. Então tem pra todo mundo.

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Um ponto turístico interessante que fica próximo a Belém, mas que eu não visitei nesta viagem, porém anteriormente, é o Palácio da Ajuda. Construído para ser maior que Versalles, teve sua construção interrompida quando Napoleão invadiu Portugal e a corte teve que se mandar para o Brasil. É interessante porque é um palácio colossal construído só pela metade, o que deixa uma marca forte da história que tanto se relaciona com a história do Brasil. Afinal, foi com a ida de D. João VI para o Rio de Janeiro que a cidade ganhou prédios públicos importantes, como a biblioteca nacional, o museu de belas artes e o teatro municipal. A corte no Brasil ainda possibilitou os primeiros movimentos pela independência. Então, visitar o palácio é entrar em contato com esse pedaço da nossa história.

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Seguimos adiante rumo ao bairro da Graça que, desculpem o trocadilho, é uma graça. Vá de táxi – os táxis em Lisboa são muito baratos e de alta qualidade. Peça para o taxista te deixar lá no alto da Graça e vá descendo a pé, pois é uma ladeira com algumas das vistas mais deslumbrantes de Lisboa. O Castelo de São Jorge fica próximo e vale ser visitado também. Descemos a Graça e voltamos para a Baixa, onde resolvemos comer na Uma, uma tasca especializada em Mariscos. O arroz de mariscos é famoso em Lisboa – dizem que é o melhor da cidade. Peça um de 10 euros, que é a porção menor, mas para desfrutar do melhor do restaurante, peça a porção de camarões. O molho é impressionante de bom e, misturado ao arroz, aí sim faz com que ele seja o melhor arroz de mariscos de Lisboa.20578737560_e55842c918_z

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Comemos antes da foto, sorry…

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Fim de tarde no Chiado, o bairro do agito da cidade, com muitas lojas, turistas, cafés. Escolha entre a Benard, mais clássica e cara, ou o Chiado Caffe, moderninho, baratinho e delicioso. O doce de feijão deles vai você mudar sua cara feia agora, pois é maravilhoso. Eu também relutei em provar, pois a referencia que eu tenho são os doces de feijão japoneses, de quem nem sempre gosto. Mas o doce de feijão do Chiado Caffe tem um sabor amendoado que o torna inesquecível.

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Esse doce era do Chiado Caffe: camafeu de nozes com recheio de ovos moles sobre uma base de chocolate.

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E o por do sol mais bonito e famoso de Lisboa fica ali perto, no Adamastor.  Tivemos a sorte de, neste dia, ter banda ao vivo. O local é lindo, a bebida é barata, há ainda petiscos e doces – prove a queijada do local.  Vão te oferecer drogas por todos os lugares. Faça igual na matéria do Fantástico que você assistiu na infância: diga “não, obrigado”.

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Fim de tarde no Adamastor

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Show de luzes na Praça do Comércio

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