Paris – Dia 2 – FRANÇA

Outro local em que sempre tive curiosidade de ir em Paris foi o Cemitério Père Lachaise. Sempre me impressionei com o cemitério da Recoleta, em Buenos Aires, e o próprio cemitério de Buenos Aires se posiciona como o segundo do mundo em obras e ornamentos depois do Père Lachaise. E as personalidades enterradas no cemitério mais famoso de Paris são várias: os escritores Marcel Proust e Jean Paul Aron, os filósofos Piere Bourdieu, Auguste Comte, os músicos Frédéric Chopin e Jim Morrison, o ditador mexicano Porfirio Diaz, entre outros.

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Oscar Wilde

Mas a sepultura que mais me chamou a atenção foi a de Oscar Wilde, poeta e escritor homossexual inglês, preso por sua vida devassa e por não ter papas na língua. Sua tumba é tão amada e beijada que a administração do cemitério construiu um painel de vidro no entorno para preservá-la melhor.

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Dois outros lugares para encontrar os locais: o parque de La Villetec, no Quai de la Seine, com restaurantes e cafés ainda pouco explorados pelos turistas em geral. E às margens do sena, sobre as quais também não tinha andado. Antes, abrigavam pistas de carro, mas o prefeito resolveu transformá-las em espaços para as pessoas tomarem sol e comerem alguma coisa na beira do Rio.

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E os pratinhos de queijo podem ser pedidos em qualquer lugar de Paris a qualquer hora. São bons no café da manhã, depois do almoço ou como jantar. Tinha dias, é claro, em que comia duas vezes.

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Fui à ilha de Saint Louis, onde há a Notre Dame, para visitar na verdade a própria Capela de Saint Louis, que é dominada por vitrais. Há um horário melhor para visitá-la em função da luz, que deixa tudo mais radiante, mas não consegui coordenar. Ainda assim, valeu entrar lá.

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E um passeio que vale muito fazer, mesmo que você não seja rico, o que é o meu caso também, é andar pelo entorno da igreja da Madeleine. Por ali, estão todas as grifes francesas e mundiais de luxo, além de alguns dos restaurantes mais caros da capital. Se quiser entrar em algum e participar do entorno, peça um omelete na Maison dês Truffes, pois você vai comer trufa de verdade por cerca de 17 euros. Não é barato, mas é mais possível. Ali perto também tem a confeitaria Fauchon, com doces, cafés e biscoitos caros, mas deliciosos e acessíveis.

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