Hong Kong – Dia 1 – CHINA

Hong Kong é mais que China. Cidade de características próprias, assumiu uma identidade singular depois de 100 anos como colônia inglesa no Oriente. A devolução à República da China foi em 1997 e deixou ressalvas: a cidade e sua região administrativa gozam de autonomias e privilégios. Em termos práticos, Hong Kong tem algumas leis próprias, Facebook liberado, não demanda visto para brasileiros e há mais liberdade de expessão.

É fato que hoje Hong Kong vem perdendo para Shanghai o posto de cidade mais pulsante do pais. Fica também abaixo de Shanghai em termos de beleza e arquitetura. Mas ainda ganha em civilidade.

Hong Kong parece inteira um cenário do filme Blade Runner. Suas ruas e avenidas são cercadas por paredões de predios inteiros de mais de 40 andares, residenciais ou comerciais.  Dai pra cima. A poluição visual é imensa: letreiros de todas as marcas e todas as grifes do mundo repetem-se quase sequencialmente nas ruas da cidade, principalmente em Kowloon, distrito que concentra a maioria das lojas e a maior parte dos turistas.

Kowloon é uma loucura em termos de compras. Shoppings, outlets, boutiques de rua, galerias de metrô com mais lojas: tudo está ligado, deixando você quase zonzo e meio a tantas opções. Há prédios inteiros com 12 andares de lojas e mais lojas. Dominar a região e pesquisar todos os preços vai te custar dias.

Fuja de tudo isso e vá direto para a estação Cable Car do metrô. Ela te leva ao teleférico que, após te deixar viajando pendurado por meia hora, alcança um impressionante buda situado em meio às montanhas. O passeio é lindo e impactante. Por momentos, você está mais alto que os níveis de pouso e decolagem do aeroporto internacional. Ao chegar no buda, vá ate o topo da estátua se tiver ânimo para subir a gigantesca escadaria. Vale a pena chegar bem perto.

Tem gente que faz todo o percurso até o buda a pé. O trajeto leva mais de 6 horas. Melhor ficar com o teleférico que resolve tudo em meia hora por trecho. Por acaso é da mesma empresa que instalou o teleférico do Balneário Camboriú que ligar as praias Central a Laranjeiras.

A volta do passeio vai te deixar em frente ao Citygate Outlet. Os preços compensam dar uma entrada. O espaço nem é tão gigante assim que vá te fazer perder muito tempo. Dá pra administrar.

De volta a Kowloon, salte novamente na estação de metro Tsim Sha Tsui e dirija-se para a frente do planetário de Hong Kong. Ali, às 20h, acontece o Citylights, show de luzes, música e raio laser direto da ilha de Hong Kong para encantar turistas em Kowloon. Se você já viu as luzes de Shanghai antes, não vai achar assim tão impactantes. Mas é divertido.

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Uma resposta para “Hong Kong – Dia 1 – CHINA

  1. foda esse buda hein! poe mais fotos no flickr!!!

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