Belém – Dia 1 – Pará

Atravessar os conjunto de mercados conhecido como Ver-o-Peso, em Belém, é se deparar com produtos alimentícios e terapêuticos inéditos para quem vive no Sudeste.

Cruzam-se barracas e estandes sobre onde amigos locais alerta: “resista à tentação de degustar qualquer coisa no local”. Não resisti e comprei um suco de muruci. Como várias outras frutas da região, o muruci, ou murici, também é desconhecido no imaginário geral do Sudeste. É de sabor doce e intenso, rendendo um suco delicioso.

Seguindo adiante pelo Ver-o-Peso, em direção ao Centro, a paisagem muda: do lado direito, o lindo patromônio histórico de Belém quase largado ao relento. Todos advertem: risco altíssimo de roubo. Do lado esquerdo, o clima se sofistica na Estação das Docas.

Antigos armazéns foram transformados em galpões com restaurantes, lojas e uma sorveteria: a Cairu. Sucesso absoluto no estado, o sorvete faz jus à fama. São sabores, na sua maioria, inexplicáveis, novamente, para quem está acostumado ao que se consome no Sudeste. São muitas as opções de frutas. Mas se tivesse que repetir eternamente dois sabores, escolheria o paraense, que é o de açaí com tapioca, ou o carimbó, que é o doce-de-cupuaçu gelado com castanha-do-pará.

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