Salvador -Dia 2 – Bahia

As barracas de comida em Salvador viraram grandes negócios, grandes atrações. Hoje ocupam casas estruturadas, restaurantes com banheiros limpos, mas mantém as mesas na calçada, a luz fria e o ambiente com zero refinamento. Ou seja: entre e fique à vontade. Ir a uma barraca vai enriquecer sua experiência na cidade, pois é diversão, comida boa e aquilo que a gente gosta de fazer: ver gente passar.

Na Barraca da Cely, no bairro da Barra, sente na calçada e peça uma panela de lambreta. É um molusco semelhante ao vôlgole. É maior que ele na verdade, e é bem comum nos cardápios de Salvador.

Cozida de maneira simples, com limão e cebola, o caldo em ainda num copo à parte para ser tomado no estilo “estou tomando um afrodisíaco”.

Depois de abrir as conchas e se divertir com o molusco, pode-se partir para o round 2 e pedir uma porção de caranguejo.

Na sua frente, além da bandeja com os crustáceos, o garçon te coloca uma tábua plástico e um martelinho. É para você começar a lambança de tentar comer o bicho. É uma guerra: você sai com caranguejo até no cabelo.

Finda a luta, com a fome apertando, peça uma casquinha de caranguejo bonitinha, acompanha de saladinha e farofa de dendê e você já pode ir pra casa.

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